Rumo à Macedônia

Antes mesmo de entrar na Albânia, havíamos conseguido hospedagem em uma casa em Saranda, no litoral sul do país, já bem perto da Grécia. Ouvimos maravilhas sobre a cidade, mas a viagem para lá demoraria umas 8 horas e depois teríamos que rumar novamente para o norte para conhecermos a Sérvia – peça indispensável na nossa exploração dos Bálcãs -, que além de ficar cada vez mais distante ainda tinha a questão do visto: a Sérvia é o único país balcânico para onde precisaríamos de um. Como no começo não sabíamos ainda que trajeto faríamos, tiramos nossos vistos ainda em Liubliana, capital da Eslovênia. Naquela altura da viagem, 1 mês e meio já havia se passado, e o visto, de duração de apenas 3 meses, já estava correndo, e dali a outro mês e meio devíamos deixar a Sérvia. E havia ainda a Macedônia e o Kosovo pelo caminho, antes de chegarmos lá.

Foi quando decidimos penosamente sacrificar o sul da Albânia e irmos direto para o lago de Orhid, do qual havíamos ouvido falar poucos dias antes. Pegamos uma mini-van até a fronteira. Lá, alguns táxis ficam à espera de viajantes, e mesmo cobrando acima da tabela, a viagem não ficou tão cara quanto temíamos que pudesse ficar pela falta de outras opções: em torno de 20 euros para os cerca de 30 kms de estrada + 10 minutos de alfândega. Chegamos em Orhid pensando em ficar por uns dois dias, mas nos pareceu um lugar perfeito para descansar e começar a postar o que havíamos escrito, desenhado e fotografado até então. Acabamos ficando por 2 semanas.

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